domingo, 9 de outubro de 2011

5º SEMINARI0 DE POLITICAS PUBLICAS: EDUCANDO NA DIVERSIDADE.

5º Seminário de Políticas Publicas.
Tema: Educando na Diversidade.


Data:13 e 14 de Outubro 2011.
Local: Faculdade de Tecnologia e Ciências. FTC – Centro
Itabuna- Bahia.

1º Dia – 13/10/2011.

18:00-Credenciamento

18:30-Mesa de abertura com autoridades convidadas.

19:10-IV Mostra de Filmes FOR RAINBOW, Cinema e Diversidade Sexual.

20:50-Palestra “Diversidade Sexual e o ambiente escolar: gerenciando o conflito”.
Prof. Mario Leandro Alves de Jesus - Mestrando em Ciências da Educação (AEM) Especialista em Psicopedagogia (UESC), Licenciado em Pedagogia (UESC), Professor de Arte (Rede Privada de Ensino), Gestor Escolar (Rede Municipal de Ensino) e Coordenador Pedagógico (Rede Estadual de Ensino – BA).

21:30-Debate.



2º Dia. 14/10/2011

08:00-Credenciamento( para que não fez no dia anterior).

09:00-12:00-Palestras:

9:00 - 9:40- Escola sem sexismo, racismo e homofobia.
Prof. Ricardo Dantas.

9:50 -10:00- A voz do professor na desconstrução da homofobia na sala de aula.
Fonoaudiólogo: Fabrício Alves Rodrigues.

10:10 – 11:00- Educação, Homofobia e Cidadania LGBT: desafios e avanços
Prof. Msc. Fabio Pessanha Bila./ Mestre em Sociologia Política/UESC.

11:00 -12:00- DEBATE.

12:00-Intervalo para almoço.


14:00-18:00-

Minicurso 1= Construindo uma escola sem preconceitos.

Prof. Ricardo Dantas. Graduado em Letras/ UESC. Especialista Educação Étnico Racial/UESC, Língua Portuguesa – Vassouras. Rio de Janeiro.

Minicurso 2- A Educação desconstruindo a homofobia e reconstruindo a cidadania LGBT .
Prof. Msc. Fabio Pessanha Bila./ Mestre em Sociologia Política/UESC.

Minicurso 3- Ganha quem convence mais: o poder da voz na construção da identidade.
Fonoaudiólogo: Fabrício Alves Rodrigues.


Minicurso 4- Mosaico sexual: Brincando em cores e genero.
Ativista Social: Jose Antonio Loyola Fogueira/ GRUPO HUMANUS/Comitê LGBT-SJCDH/BA. Graduando em Pedagogia/UESC, Cenema e Video/UFRB.

15/1402011

2º MISS GAY GRAPIUNA

GRAPIUNA TENIS CLUBE

22:00 HS

16/102011

8ª PARADA DA DIVERSIDADE LGBT DE ITABUNA.
14:00HS
AV. AZIZ MARON.

Informações
e-mail: grupohumanus@yahoo.com.br
73-8803-4714 / 8848-3237 / 8837-8124

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

MARCHA DAS VADIAS - VAMOS IMBORA MEU POVO!!!

POR QUE MARCHA DAS VADIAS?
“A vida só é possível reinventada” (Cecília Meireles)

No próximo dia 08 de outubro estaremos em marcha pela principal avenida de Itabuna-Bahia. A nossa cidade sairá na vanguarda, sendo uma das poucas do interior brasileiro a realizar a Marcha das Vadias. Com isso, nos vinculamos a um movimento internacional denominado Slut Walk, iniciado em Toronto, no Canadá, no mês de abril deste ano, em protesto à atitude de um policial que, em uma palestra, advertiu estudantes universitárias da possibilidade de estupro, por estas usarem roupas de “vagabundas” (slut, em inglês). Depois do Canadá, outros países realizaram, em 2011, a Slut Walk: Argentina, Estados Unidos, Grã-Bretanha, Holanda, Nova Zelândia, França. No Brasil, o movimento recebeu o nome de Marcha das Vadias e vem sendo realizado nas principais cidades do país, a exemplo de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Florianópolis, Natal, Juiz de Fora (MG) e Campinas (SP).
Considerando que o episódio ocorrido em Toronto não é um fato isolado, a principal motivação da Slut Walk / Marcha das Vadias é o protesto contra as formas de violência que atingem as mulheres. Segundo dados do Relatório da Anistia Internacional, de cada 5 mulheres, 1 será vítima ou sofrerá uma tentativa de estupro até o fim da vida; mais de 1 bilhão de mulheres já foram espancadas ou forçadas a manter relações sexuais (estupro); 1 em cada 3 mulheres no planeta foi submetida a algum tipo de abuso; 20% das mulheres são alvo de estupro.
No Brasil, de acordo com dados do Conselho Estadual de Direitos da Mulher (Cedim), da ONG Cfêmea e do Instituto Patrícia Galvão, a cada 12 segundos uma mulher é violentada; 54% dos estupros são cometidos pelos maridos; 69% das mulheres já foram agredidas ou violentadas por homens, sendo que apenas 7 % dos estupros são cometidos por desconhecidos; apenas 14% das vítimas de agressão sexual notificam a ocorrência do crime; 1 em cada 10 mulheres sofre ao menos um estupro. Eis uma infeliz realidade: 1,3 milhões de mulheres são agredidas, por ano, neste “Brasil varonil”. São 150 agressões a cada hora e, por dia, 10 mulheres mortas, segundo dados do Mapa da Violência no Brasil.
Em Itabuna, de acordo com informações fornecidas pela Delegacia Especializada em Atenção à Mulher (DEAM), entre o início de janeiro e o dia 03 de outubro de 2011 foram registrados 1.305 casos de violência contra mulheres, meninas e jovens. A maioria desses casos é de ameaça (435) e de lesão corporal (394). Entendemos que todos esses índices (locais, nacionais e internacionais) representam, lamentavelmente, a ponta de um imensurável iceberg, afinal, a maioria das vítimas não registra as denúncias, em virtude das ameaças empreendidas pelos agressores, majoritariamente representados pelos seus próprios companheiros, familiares ou conhecidos.
Como se não bastassem tais índices, as mulheres, no mais das vezes, ainda são culpabilizadas pelas violências que sofrem. Daí as idéias circulantes: “aquela mulher foi estuprada porque se veste como uma vagabunda/vadia”, “apanhou porque pediu”, dentre tantas outras. Analisando esse contexto de normalização da violência, chegamos à seguinte constatação: as sociedades deveriam educar os homens para não violentar, em vez de transformar as mulheres, de vítimas, a culpadas por essas agressões.
Se ainda existem números assustadores com relação à violência praticada contra mulheres no Brasil, tais índices não dão conta das manifestações de machismo que se ocultam no bojo de um pretenso discurso de igualdade. Não existe igualdade nos espaços sociais nos quais ainda se reproduzem práticas discriminatórias e agressivas: assédio moral e sexual no trabalho, a tese da legítima defesa da honra para inocentar homens assassinos de mulheres consideradas adúlteras, insinuações sobre a baixa capacidade intelectual feminina, deboches quando mulheres precisam ir à delegacia para denunciar algum tipo de abuso.
Então, por que o nome Marcha das Vadias? O movimento se faz necessário na medida em que a sociedade precisa ser provocada a repensar os seus valores e práticas. A estratégia da provocação encontra ancoragem na reapropriação do termo “vadia”, palavra não neutra utilizada costumeiramente para imputar negatividade(s) à conduta feminina. Por conta disso, a Marcha das Vadias se constitui como uma ação política, um protesto irreverente às formas de condenação de todas as mulheres que conseguem ultrapassar as margens impostas por arbitrariedades sociais, ou que são subjugadas por essas mesmas regras. Para isso, lançamos o incômodo ao enfatizarmos a palavra “vadia” para que, a partir daí, possamos repensar o contexto de onde emergem tais formas de violência.
Em Itabuna, formamos um grupo aberto composto por mulheres, LGBT e também homens de todas as idades, profissões e classes sociais. Estamos junt@s numa grande mobilização e decidimos também nos denominar VADIAS, para denunciar e protestar contra toda sorte de violência que as mulheres sofrem. A Marcha das Vadias é um ato que não se esgota no momento mesmo em que vamos às ruas, o dia 08 de outubro representa o início da nossa mobilização política, que possui o caráter permanente e, justamente por isso, prevê ações formativas realizadas a paritr do diálogo com outros movimentos sociais e instituições representativas ou responsáveis pela defesa dos direitos das mulheres. Fazemos nossas as palavras do artista pernambucano Chico Science: “um passo a frente e você não está mais no mesmo lugar”. É com esse espírito que convocamos a comunidade local a se engajar nessa luta que, antes de tudo, é coletiva.
COLETIVO MARCHA DAS VADIAS ITABUNA
05 de outubro de 2011
O QUE? Marcha das Vadias Itabuna-Bahia
QUANDO? 08 de outubro de 2011,concentração às 09:00 horas
ONDE? Jardim do Ó (concentração), Av. Cinquentenário (percurso)

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

População de Brasília é contra o casamento entre homossexuais


Segundo pesquisa, maioria da população de Brasília é contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Pesquisa realizada pela empresa Mark/CH e divulgada dois dias depois da Parada Gay de Brasília, que aconteceu no dia 18 de setembro, afirma que 59,60% da população disse ser contra uma lei que reconheça os direitos dos homossexuais. Apenas 24,30% da população é a favor e mais apenas ainda 16,20% são souberam responder. Em qual grupo estaria a nossa presidente Dilma?

Gênero "indeterminado" é opção nos passaportes da Austrália



O governo australiano autorizou a inclusão de um terceiro gênero nos passaportes: masculino, feminino e indeterminado. A alteração no documento é parte de uma política inclusiva que a Austrália vem promovendo e que deve agradar a todos, em especial os cidadãos LGBT, especificamente aqueles que se identificam como transgêneros. Para a senadora Louise Pratt, a mudança é uma forma de reconhecimento de direitos, além de impedir que pessoas sem documentos condizentes com sua aparência física se sintam menos constrangidas. Ponto para a Austrália!

Obama em favor dos Homossexuais


No dia 21/09, na mesma manhã em que a presidente Dilma fez um discurso na abertura da Assembleia Geral da ONU, o presidente americano, além de fazer considerações a respeito da paz entre israelenses e paletinos, pediu que os direitos dos homossexuais sejam respeitados em todo o mundo. Obama recentemente apoiou o fim da proibição de homossexuais nas forças armadas americanas ao revogar a lei conhecida como "don't ask, don't tell" ("não pergunte, não fale"). Obama afirmou que os cidadãos devem ter seus direitos assegurados independentemente da pessoa com quem se relacionam afetivamente e que todo país deve lutar pelos direitos dos gays e lésbicas; ainda ressaltou que dignidade e liberdade são aspirações básicas, mesmo que a cultura e história que carregamos conosco sejam diferentes das dos outros. “Viver um tipo de paz que faça a vida valer a pena”, discursou Obama.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

VIDA LONGA AO REI ROBERTO CARLOS!


Em entrevista durante programa do Jô Soares, o Rei Roberto Carlos declara que é a favor da união homossexual

O cantor Roberto Carlos ao longo de sua vida tem-se mostrado bastante reservado quando questionado sobre sua vida particular e sobre suas opiniões pessoais. No entanto, durante entrevista ao apresentador Jô Soares, o Rei declarou que é favorável à união entre pessoas do mesmo sexo; ele disse também que a condição sexual de cada um é menos importante que o caráter. Nossa profunda admiração e respeito ao Eterno Rei Roberto Carlos!

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

A PERMISSIVIDADE DA IGREJA CATÓLICA


Enquanto a igreja católica tenta exaustivamente desqualificar os homossexuais, crimes de pedofilia praticados por clérigos ficam cada vez mais em evidência. O HOMOSSEXUAL NÃO É PEDÓFILO. INFELIZMENTE ALGUNS PADRES SÃO.

A associação SNAP (Rede de Sobreviventes de Abusados por Padres, na sigla em Inglês) formada por vítimas de pedofilia praticada por padres da igreja católica apresentou uma queixa ante o Tribunal Penal Internacional (TPI) contra o papa Bento XVI e outras autoridades católicas sob a acusação de crimes contra a humanidade. A associação entrou com uma ação na qual pede que o papa seja julgado por “responsabilidade direta e superior por crimes contra a humanidade por estupro e outras violências sexuais cometidas em todo o mundo”; acusa ainda o chefe da referida igreja de tolerar e também ocultar os crimes sexuais contra crianças em diversos países. Ao todo, são 10 mil páginas que documentam os crimes de pedofilia. A SNAP possui membros nos Estados Unidos, Holanda, Alemanha e Bélgica. O papa Bento XVI pediu apenas desculpas às vítimas e familiares; além disso, declarou tolerância zero aos pedófilos e pediu a todos os bispos do mundo que colaborem com os tribunais criminais.

Adaptado de http://www1.folha.uol.com.br/mundo/974386-vitimas-de-pedofilia-denunciam-papa-para-tribunal-internacional.shtml